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Você se lembra da polêmica de água verde na piscina da Olimpíada no Rio de Janeiro? A coloração inesperada durante as modalidades de polo aquático, saltos e nado sincronizado virou manchete internacional e chamou a atenção de todos. Tanto os turistas que estavam por lá quanto pessoas que têm piscina em casa ficaram intrigadas com as possíveis causas do problema! Porém, você sabe como tirar o verde da piscina?

Quem tem piscina sabe que existem várias formas de cuidar da água, a fim de deixá-la adequada para o uso. É preciso conhecer o tratamento para cada situação: água turva, escura ou esverdeada. Que tal, então, desvendar o mistério da água verde?

Por isso, acompanhe os próximos tópicos deste post para entender o porquê de isso acontecer e como resolver a situação.

Por que a água da piscina fica verde?

É mais comum do que imaginamos que as algas tomem conta de águas paradas, ainda que tratadas com cloro. Foi basicamente isso que aconteceu em uma das piscinas olímpicas do Rio.

A situação foi desencadeada pela aplicação de 80 litros de peróxido de hidrogênio, que serve para eliminar os resíduos orgânicos. Segundo especialistas, quando entrou em contato com o cloro, a substância provocou uma reação que acabou “enganando” os sistemas elétricos que medem os níveis de cloro.

Como os treinos e provas das competições eram constantes, com o passar dos dias a água foi ficando esverdeada, já que os seus níveis estavam desregulados. Além disso, o contato com atletas acabou gerando a proliferação de material orgânico. 

Em nossas casas, por exemplo, é normal que a partir de ventos, chuvas e vegetação próxima às piscinas as algas comecem a aparecer gradativamente. Se o controle da água não estiver em dia, o processo é mais rápido. 

Apesar de não serem diretamente prejudiciais, as algas criam condições favoráveis para o desenvolvimento de bactérias. Isso acarreta em doenças de pele, diarreia, infecções nos olhos, ouvidos, garganta e nariz. Sendo assim, é melhor ficar atento à manutenção! 

Podemos tomar banho nessa água?

Durante a Olimpíada, a água verde acabou sendo totalmente trocada, mesmo sem apresentar cheiro ruim ou algum tipo de irritação para os esportistas. O processo de normalização dos níveis pode levar mais de 48 horas — enquanto a troca foi feita em 10 horas.

Conforme o comitê do evento se posicionou, se fossem substâncias orgânicas já mortas, não haveria risco para os usuários da piscina. Entretanto, como o tom esverdeado também é resultado de níveis alterados ou misturas indevidas de produtos, poderia haver sim algum dano aos atletas.

Nesses casos, o ideal é identificar a causa do problema e iniciar o processo de tratamento da piscina. O primeiro passo é medir os níveis de pH, alcalinidade e outros parâmetros, com ajuda dos kits de análise. Assim, você poderá saber quais são os produtos necessários. 

Resumindo, nadar em uma piscina verde não é uma boa ideia. As algas são responsáveis pelo surgimento de germes, que causam problemas de saúde em pessoas mais suscetíveis. Logo, evite frequentar piscinas com coloração fora do normal. 

Como tirar o verde da piscina?

Depois que a manutenção mais pesada é realizada, manter a piscina em bom estado se torna fácil. Isso só é possível se você mantê-la sempre equilibrada. Ter uma piscina agradável o ano todo pode não ser simples, mas traz enorme satisfação. Afinal, quem não gosta de se refrescar em dias quentes? 

Para iniciar um processo plenamente satisfatório, é preciso paciência e dedicação. Além disso, noções sobre como funcionam os equipamentos e produtos químicos. No caso de uma piscina verde, os cuidados são redobrados. 

Antes de citarmos os passos essenciais para você deixar a sua água cristalina e limpa, reiteramos a importância do bom funcionamento do filtro. Confira com frequência se ele está funcionando perfeitamente, pois pedaços de galhos, folhas e, até mesmo, os pequenos bichos podem entupi-lo. Isso prejudica bastante o processo de higienização. Agora, vamos aos passos para tratar a sua piscina?

1. Faça a limpeza física

Essa é a hora de limpar o grosso. Retire as grandes algas, folhas, flores, insetos e outros possíveis detritos visíveis e em decomposição. Utilize a peneira para realizar essa tarefa e, mesmo que a água fique ainda mais escura durante o processo, faça a limpeza até eliminar todas as sujeiras grandes. 

Não desperdice produtos antes de fazer esse passo inicial, até porque a reação do cloro com material orgânico pode se tornar tóxica. Faça ainda a escovação da superfície da piscina, com o intuito de soltar todas as algas grudadas nas bordas, e que não saem apenas com a peneiração.

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2. Equilibre os parâmetros

Utilize uma fita teste para conferir alguns elementos. Isso deve ser feito antes de aplicar produtos. Ajuste a alcalinidade da água (buscando uma faixa entre 80 e 120 PPM), bem como o pH (entre 7,0 e 7,4).

Se a água está verde é provável que o pH esteja muito baixo, tornando a piscina ácida demais. Os níveis adequados de pH deixam a água neutra e apropriada para banho. Atenção para a ordem dos produtos: a alcalinidade deve ser corrigida primeiro, pois torna os níveis de pH menos sensíveis. O intervalo entre a aplicação dos produtos deve ser de, ao menos, seis horas, para garantir a estabilidade.

Existe um estojo de testes no mercado que mede os níveis de pH e alcalinidade. Ambos afetam um ao outro, por isso precisam estar equilibrados. Além disso, há um tratamento específico para cada caso (se o pH está baixo ou alto demais). Conhecendo cada um, você não erra durante a limpeza. 

3. Prepare a decantação e a aspiração

É provável que após os passos acima sua piscina já esteja um pouco mais clara, porém ainda turva. Então, é o momento de aplicar um floculante para iniciar o processo de decantação.

Depois de adicionar o produto, a água precisa circular entre seis e oito horas. Após esse tempo, você deve parar a bomba da piscina e deixar a água descansar cerca de 12 horas, para que as partículas de sujeira se depositem no fundo. 

Com o processo de decantação feito, conclua a etapa fazendo a aspiração do fundo da piscina (com o filtro na posição de drenar ou filtrar).

4. Coloque o cloro

Levando em conta que praticamente toda a sujeira foi retirada, é chegada a hora da cloração. Esse é o momento em que fazemos a sanitização da água, ou seja, quando matamos todas os possíveis organismos vivos que ainda estejam presentes. 

cloro deve ser diluído em um balde de água e espalhado uniformemente pela extensão da piscina. A dosagem apropriada é de 14 gramas da substância para cada 1.000 litros de água. Contudo, fique bem atento às recomendações do rótulo, ok? 

5. Verifique a necessidade de tratamento de choque

Você conhece o tratamento de choque? Ele é um processo indicado somente para casos mais graves, em que a piscina não passa por uma limpeza há muito tempo. Um desses casos é quando a água está esverdeada, sinal de excesso de algas. 

O tratamento de choque visa eliminar bactérias e outros agentes contaminadores, responsáveis pela alteração de cor. Existem duas maneiras de realizá-lo, e elas podem ser feitas uma seguida da outra: aplicação de cloro (supercloração) ou algicida, indicado quando o cloro não elimina as algas por completo.

6. Saiba combinar tratamentos

Quase sempre é necessário mais de uma etapa ou produto para cuidar de uma água verde. Por isso, você precisa ficar atento sobre algumas questões antes do início do tratamento: tamanho da piscina, equipamentos, produtos químicos, custos envolvidos e manutenção. Se você não se sente seguro para realizar a limpeza, considere contratar uma empresa especializada.

Conheça as vantagens e desvantagens de cada tratamento. O algicida de choque, por exemplo, é a opção mais comum quando se trata de água esverdeada. Existem, no entanto, dois tipos disponíveis no mercado: a algicida de manutenção (feito apenas para uso preventivo) e o de choque (produto mais forte, exclusivo para piscina verde).

7. Meça os níveis novamente

Antes de se jogar nas águas, faça uma medição final para conferir se está tudo certo ou se ainda é preciso corrigir algum parâmetro. Às vezes, a piscina até parece cristalina e ótima para uso, mas os seus componentes ainda estão em desequilíbrio. 

Quando isso acontece, você provavelmente terá problemas, como ardência nos olhos e alergias. Quando falamos em piscina, todo cuidado é pouco. Por isso, o mais adequado é não ter preguiça — prevenir é melhor (e mais barato) do que remediar, certo?

Vimos que a piscina esverdeada é resultado do excesso de algas ou uso inadequado de produtos químicos. A solução é composta por várias etapas, como filtração e aplicação de algicida. Se tudo for feito corretamente e você continuar realizando a manutenção, as chances de a água mudar de cor serão bem menores. Por isso, os cuidados regulares com piscina são necessários para evitar dor de cabeça e gastos adicionais. 

Quando se trata de garantir a saúde de todos, inclusive a sua, cuidar da piscina regularmente é indispensável. Isso significa ter noções dos tipos de tratamento, além de contar com produtos químicos e equipamentos de qualidade. 

Com isso, você evita possíveis cheiros fortes, doenças transmitidas por mosquitos, ardência nos olhos e até mesmo reações alérgicas. Portanto, respeite o tempo e as proporções indicadas. Você agora sabe como tirar o verde da piscina!

O que achou desse post sobre piscina esverdeada? Aproveite para ler também o texto sobre como saber se a água da piscina está própria para o uso? Até breve!Voltar

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