5 dicas de como fazer a limpeza de piscina corretamente

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outubro 22, 2021

5 dicas de como fazer a limpeza de piscina corretamente

O que para alguns pode parecer uma atividade complicada pode ser algo simples para outros. Porém, para aquele conhece a técnica, assim como a quem faz tricô, pode ser uma atividade até mesmo terapêutica.

Limpar piscina exige conhecimento, e paciência para adquiri-lo para posteriormente colocar em prática. Mas para realizar a tarefa, como em qualquer trabalho dentro da atividade humana — pois, não deixa de ser um trabalho, uma vez que há profissionais que o fazem — é necessário ir por partes: dividir e conquistar.

Para melhor compreensão desse processo, podemos observar a história de Romero Duarte, e sua trajetória para aprender e depois ensinar em condomínios residenciais dicas de como fazer a limpeza de piscina corretamente.

A importância da limpeza

Ao perceber que a frequência de um limpador de piscina se tornou mais esporádica no condomínio em que mora, Romero procurou compreender o que pode ocorrer caso ela não fosse devidamente limpa, uma vez que não só ele a utiliza, mas também muitos moradores e até crianças.

A água quando parada pode não só atrair mosquito da dengue quanto a várias bactérias, fungos, sujeira e formação de algas, transformando-se em uma fonte de transmissão de doenças. Ao pesquisar as causas e os efeitos, Romero percebeu que antes de limpar, precisaria ter todos os produtos e os equipamentos.

Tendo comprado e comparado os custos, ele aprendeu a avaliar melhor o valor correto que o síndico pode cobrar na taxa de condomínio, e após experimentar no seu, decidiu que poderia adquirir uma renda extra ensinando dicas de como fazer a limpeza de piscina corretamente em outros.

Sua primeira experiência foi em um condomínio de um bairro da zona oeste de São Paulo, onde encontrou uma piscina adulta e uma infantil.

A importância na hora de adquirir produtos e equipamentos

A primeira resistência a ser enfrentada por Romero foi mostrar ao síndico, o senhor Fagundes, e aos funcionários em utilizar os melhores produtos, pois, isso poderia implicar no valor da taxa de condomínio que levaria a uma má recepção por parte dos moradores.

Após convencer o senhor Fagundes a reunir alguns moradores mais ativos no salão de eventos, assim como os funcionários, Romero tentou exemplificar a todos quais são os produtos e os equipamentos indispensáveis:

·       Cloro (importante para a oxidação de bactérias e fungos);

·       Algicida de choque (para a eliminação de algas);

·       Redutor de alcalinidade e pH (melhorar a desempenho do cloro e garantir o conforto do banhista);

·       Clarificante (decantação da sujeira);

·       Escova curva (limpeza);

·       Estojo teste para análise de pH e cloro.

Ao final do ensinamento, o limpador de piscina também deixou claro que a tarefa poderia ser realizada tanto por um funcionário quanto por um residente, conquanto que este se comprometesse e mostrasse estar a ciente do aprendizado.

A aplicação das dicas de como fazer a limpeza da piscina corretamente

Após separar e expor os produtos, Romero se propôs a mostrar o processo de limpeza que começa com a verificação da piscina e aplicação do método.

Inicialmente muitos acreditaram que fosse mais uma tentativa de vender algo ou de elevar o custo do condomínio, mas o limpador se comprometeu em deixar bem clara a importância da tarefa, sem enrolar ninguém com termos científicos e complicados, que seriam facilmente esquecidos após a sua partida.

1.     Dica para manter a frequência de limpeza em condomínios

Antes de tudo, o síndico Fagundes, que lida diretamente com os funcionários, tomou a frente para exigir deles a limpeza diária das proximidades da piscina, principalmente a infantil, onde comumente a sujeira pode ir parar facilmente na água.

Em seguida, Romero tomou a frente para deixar bem claro que quanto maior a quantidade de pessoas por uso, maiores são as chances de atrair bactérias, por isso se muito utilizada, o processo deve ser realizado diariamente; caso contrário, em dias alternados.

No caso do uso da escova curva, que serve para esfregar os pequenos resíduos das paredes, fundo e cantos, ela deve ser usada diariamente. Também recomendou que todos conhecessem o funcionamento da casa das máquinas.

2.     Dica para a manutenção de pH

Se não ajustado corretamente, a água pode ficar leitosa, arder os olhos e endurecer os cabelos.

Primeiramente deve ser mantido em 7,2 para que melhore a ação do cloro, evite a corrosão do vinil e a irritação nos olhos das pessoas. Então Romero mostrou seu estojo de teste para análise de pH, explicando que o controle deveria ser feito colocando-o de boca para baixo na piscina, depois misturasse 5 gotas de fenol e chacoalhasse.

Se estivesse acima do recomendado, então deveria ser usado o redutor de alcalinidade de pH. Em casos mais raros poderia estar abaixo e poderia ser usado o elevador de o pH, mas o mais importante é que o procedimento seja feito no mínimo uma vez por semana.

3.     Dica de como usar o cloro

Após mostrar como avaliar o pH, ficou mais fácil para Romero explicar como avaliar o nível de cloro, repetindo o mesmo procedimento, porém, ao invés de fenol, como no pH, ele misturou 5 gotas de orto-tolidina — lembrando que essas substâncias vêm com o estojo. Seu índice residual deve ficar entre 1,0 a 3,0 ppm.

Em casos de vestígios de bronzeador, urina, proliferação de bactérias e fungos, deve-se aumentar a dosagem e filtrar a água por pelo menos 8 horas.

Ele explicou a importância de usar luvas plásticas para o uso do cloro, e que sua dosagem em excesso poderia causar danos tanto na piscina quanto na saúde dos usuários.

Romero também deixou claro a todos que para condomínios deveria se usar o cloro tradicional, diferentemente dos aditivados e os de ação contínua — estes mais recomendáveis para piscinas residenciais, com menor frequência de uso.

4.     Dicas de combate e prevenção a algas

Para a maioria dos presentes, a ideia de algas na piscina parecia absurda, mas segundo Romero, elas poderiam surgir trazidas pelo vento ou pela chuva e esverdear a água.

Se a cloração fosse feita com a mesma frequência com que a piscina é usada, esse problema pode ser evitado.

Para o caso da piscina já estar contaminada com algas, o algicida de choque deve ser dissolvido em um balde de acordo com as instruções no produto, para em seguida ser aplicado em vários pontos da piscina depois fazer a filtragem da água.

E mais uma vez ele os lembrou do uso da escova curva para os pequenos resíduos nas laterais, assim como é indispensável adquirir uma cobertura protetora.

5.     Dicas de como decantar a água

O clarificante líquido pode ajudar a aglutinar a sujeira invisível — cujo filtro não retém — tornando-a mais pesada e decantando-a para o fundo da piscina. Posteriormente deve-se o usar o aspirador, há modelos que servem tanto para piscina de vinil, fibra e alvenaria.

Após a exposição clara e simplificada de Romero, o síndico Fagundes enfatizou a importância do conhecimento e colaboração de todos. Independente de quem viesse a fazer a tarefa, seja um funcionário ou até um morador, agora todos conheciam os custos de tempo, trabalho e investimento.

Essa narrativa foi montada propositalmente para criar uma representação de dentro para fora de como dicas sobre como fazer a limpeza de piscina corretamente podem ser expostas e levadas adiante dentro da rotina e especificidades dos condomínios residenciais.

Assim como o leitor pode encontrar dificuldades como o personagem Romero, ou o síndico Fagundes, é importante após aprender as dicas de como fazer a limpeza de piscina corretamente, planejar e agir fora da zona de conforto para aplicá-las, ou contratar uma empresa especializada e evitar problemas futuros.

Para se aprofundar mais, entre em contato conosco pela página Pool Rescue.