

✅ Com que frequência a piscina deve ser limpa?
✅ Qual é o pH ideal da piscina?
✅ Qual a quantidade ideal de cloro na água?
✅ Como eliminar água esverdeada da piscina?
✅ O que fazer quando a água está turva ou leitosa?
✅ Vale a pena contratar uma empresa especializada para limpeza de piscina?
Para alguns, a limpeza de piscina pode parecer uma atividade complicada. Porém, para aquele que conhece a técnica, assim como a quem faz tricô, essa pode ser uma atividade até mesmo terapêutica.
Limpar piscina exige conhecimento. Além disso, é preciso muita paciência para adquiri-lo e, posteriormente, colocar tudo em prática.
Para melhor compreensão desse processo, podemos observar a história de Romero Duarte, e sua trajetória para aprender e depois ensinar em condomínios residenciais dicas de como fazer a limpeza de piscina corretamente. Vamos lá?
Para explicar tudo isso, vamos contar uma história. Ao perceber que a frequência de um limpador de piscina se tornou mais esporádica no condomínio em que mora, Romero procurou compreender o que pode ocorrer caso ela não seja devidamente limpa, uma vez que não só ele a utiliza, mas também muitos moradores e até crianças.
E o que ele descobriu foi bem assustador. Romero entendeu que a água, quando parada, pode não só atrair o mosquito da dengue, mas também várias bactérias, fungos, sujeira e formação de algas.
Assim, ela acaba se transformando em uma fonte de transmissão de doenças. Ao pesquisar as causas e os efeitos, ele percebeu que antes de limpar, precisaria ter todos os produtos e os equipamentos.
Tendo comprado e comparado os custos, ele aprendeu a avaliar melhor o valor correto que o síndico pode cobrar na taxa de condomínio. Após experimentar no seu, decidiu que poderia adquirir uma renda extra ensinando dicas de como fazer a limpeza de piscina corretamente em outros.
Sua primeira experiência foi em um condomínio de um bairro da zona oeste de São Paulo, onde encontrou uma piscina adulta e uma infantil.

A primeira resistência a ser enfrentada por Romero foi mostrar ao síndico, o senhor Fagundes, e aos funcionários em utilizar os melhores produtos. Isso poderia implicar no valor da taxa de condomínio que levaria a uma má recepção por parte dos moradores.
Após convencer o senhor Fagundes a reunir alguns moradores mais ativos no salão de eventos, assim como os funcionários, Romero tentou exemplificar a todos quais são os produtos e os equipamentos indispensáveis:
Ao final do ensinamento, o limpador de piscina também deixou claro que a tarefa poderia ser realizada tanto por um funcionário quanto por um residente, desde que este se comprometesse e mostrasse estar ciente do aprendizado.

Após separar e expor os produtos, Romero se propôs a mostrar o processo de limpeza que começa com a verificação da piscina e aplicação do método.
Inicialmente muitos acreditaram que fosse mais uma tentativa de vender algo ou de elevar o custo do condomínio, mas o limpador se comprometeu em deixar bem clara a importância da tarefa, sem enrolar ninguém com termos científicos e complicados, que seriam facilmente esquecidos após a sua partida.
Agora, é hora de você também conhecer todo esse processo! Vamos lá?
Antes de tudo, o síndico Fagundes, que lida diretamente com os funcionários, tomou a frente para exigir deles a limpeza diária das proximidades da piscina, principalmente a infantil, onde comumente a sujeira pode ir parar facilmente na água.
Em seguida, Romero tomou a frente para deixar bem claro que quanto maior a quantidade de pessoas por uso, maiores são as chances de atrair bactérias. Por isso, se a piscina for muito utilizada, o processo deve ser realizado diariamente; caso contrário, em dias alternados.
No caso do uso da escova curva, que serve para esfregar os pequenos resíduos das paredes, fundo e cantos, ela deve ser usada diariamente. Também recomendou que todos conhecessem o funcionamento da casa das máquinas.
Se o pH não for ajustado corretamente, a água pode ficar leitosa, arder os olhos e endurecer os cabelos.
Primeiramente deve ser mantido em 7,2 para que melhore a ação do cloro, evite a corrosão do vinil e a irritação nos olhos das pessoas. Então, Romero mostrou seu estojo de teste para análise de pH, explicando que o controle deveria ser feito colocando-o de boca para baixo na piscina, depois misturando 5 gotas de fenol e chacoalhando.
Se estivesse acima do recomendado, então deveria ser usado o redutor de alcalinidade de pH. Em casos mais raros, ele poderia estar abaixo e poderia ser usado o elevador de pH. No entanto, o mais importante é que o procedimento seja feito no mínimo uma vez por semana.
Após mostrar como avaliar o pH, ficou mais fácil para Romero explicar como avaliar o nível de cloro, repetindo o mesmo procedimento. No entanto, ao invés de fenol, como no pH, ele misturou 5 gotas de orto-tolidina (e não se preocupe: essas substâncias que vêm com o estojo). Seu índice residual deve ficar entre 1,0 a 3,0 ppm.
Em casos de vestígios de bronzeador, urina, proliferação de bactérias e fungos, deve-se aumentar a dosagem e filtrar a água por pelo menos 8 horas.
Além disso, ele explicou a importância de usar luvas plásticas para o uso do cloro, e que sua dosagem em excesso poderia causar danos tanto na piscina quanto na saúde dos usuários.
Romero também deixou claro a todos que para condomínios deveria se usar o cloro tradicional, diferentemente dos aditivados e os de ação contínua. Estes são mais recomendáveis para piscinas residenciais, com menor frequência de uso.
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Para a maioria dos presentes, a ideia de algas na piscina parecia absurda, mas segundo Romero, elas poderiam surgir trazidas pelo vento ou pela chuva e esverdear a água.
Se a cloração fosse feita com a mesma frequência com que a piscina é usada, esse problema pode ser evitado.
Para o caso da piscina já estar contaminada com algas, o algicida de choque deve ser dissolvido em um balde de acordo com as instruções no produto, para em seguida ser aplicado em vários pontos da piscina. Depois, é hora de fazer a filtragem da água.
E mais uma vez, ele os lembrou do uso da escova curva para os pequenos resíduos nas laterais, assim como é indispensável adquirir uma cobertura protetora. Tudo isso se complementa para que a limpeza fique nota dez!

Por fim, o clarificante líquido pode ajudar a aglutinar a sujeira invisível — que não é retida pelo filtro —, tornando-a mais pesada e decantando-a para o fundo da piscina. Posteriormente deve-se usar o aspirador. No mercado, há modelos que servem tanto para piscina de vinil, fibra e alvenaria.
Após a exposição clara e simplificada de Romero, o síndico Fagundes enfatizou a importância do conhecimento e colaboração de todos. Independente de quem viesse a fazer a tarefa, seja um funcionário ou até um morador, agora todos conheciam os custos de tempo, trabalho e investimento.
Agora, você já sabe como fazer a limpeza da piscina corretamente! Portanto, não deixe de conversar com as pessoas do seu condomínio. A higienização desse espaço de uso comum é muito importante para que a diversão não se torne um problema de saúde.
Por isso, é importante se planejar para aplicar essas dicas ou, quem sabe, contratar uma empresa especializada e evitar problemas futuros. Para se aprofundar mais, entre em contato conosco pela página Pool Rescue!