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Você sabia que 17 pessoas morrem afogadas diariamente no Brasil? O dado é da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa). Segundo a pesquisa, de 2017, 49% de todos os óbitos dessa natureza ocorrem até os 29 anos. O afogamento é a segunda maior causa de morte entre crianças de 1 a 9 anos e 51% destas ocorrem em piscinas.

Alarmante, não? Por isso é tão importante saber o que fazer para evitar que essa trágica situação aconteça. Existem três formas de prevenção de afogamentos: passiva, ativa e reativa. Neste post, vamos explicar cada uma delas e dar dicas de como manter uma piscina coletiva segura. Acompanhe!

1. Passiva

Refere-se a qualquer medida de prevenção coletiva educativa, como campanhas, palestras, vídeos, que seja executada continuamente e sem relação com um incidente específico.

Qualquer pessoa leiga, mas com treinamento especializado — professores, profissionais de saúde, agentes de segurança pública, guarda-vidas, ONGs, órgãos governamentais etc. — podem ser os agentes. Podemos citar como exemplo a campanha Piscina + Segura, da Sobrasa.

2. Ativa

A forma ativa trata de qualquer medida de prevenção coletiva de sinalização de áreas ou comportamentos que possam pôr em risco os banhistas no próprio local onde o banho acontece. São alertas de correnteza, proibição de banho em local específico etc. Um exemplo são as bandeiras de cor vermelha e preta que os salva-vidas distribuem na praia quando o mar está mais perigoso. Os agentes são os mesmos da forma passiva.

3. Reativa

A forma reativa, como o próprio nome sugere, é a ação de reagir a uma situação de risco iminente. São os apitos, advertências, retirada do local de risco, entre outras. Pode ser individual ou coletiva.

Nesse caso, os surfistas são grandes colaboradores e também os pais ou responsáveis pelas crianças, além dos agentes usuais, como salva-vidas, profissionais de saúde etc. Ocorre, por exemplo, quando a criança que não sabe nadar está entrando sem colete ou boias na piscina.

Formas de prevenção de afogamento em piscina

Todas as ações de prevenção servem para a piscina, mas as principais são realizadas pelos responsáveis pela área, como proprietários e administradores de resorts, clubes, hotéis, síndicos etc. É importante que esses agentes contratem guardião, distribuam avisos sobre a profundidade da piscina, horários de uso, proibições e alertas sobre os riscos.

Os responsáveis devem exigir que crianças pequenas só entrem na área da piscina se estiverem acompanhadas de um adulto. Além disso, devem isolar a área com grades com altura de 1,50 m, no mínimo, e portão de acesso com trava automática. Os ralos devem ter sistema anti-sucção e a manutenção do local deve estar em dia.

Não subestime os riscos e nem superestime a habilidade de natação e mergulho dos hóspedes, frequentadores ou moradores do local. Todo cuidado é pouco, pois as pesquisas demonstram que muitos casos acontecem com pessoas que acham que sabem nadar. Por isso, aplique todas as formas de prevenção de afogamentos.

Procure saber mais sobre as regras para piscinas coletivas. Que tal começar lendo nosso post sobre as principais normas de segurança para clubes aquáticos? Não deixe para amanhã, comece a se informar hoje mesmo!

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