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Se você tem uma ou mais piscinas no seu empreendimento, já deve saber que a limpeza da piscina é uma tarefa contínua. Acontece que esse procedimento é tão importante quanto o lazer proporcionado pelas piscinas e compreende muitas etapas. Entre elas está o equilíbrio químico da piscina, que vai além do protagonismo do filtro e da bomba.

Embora o nome pareça trazer complexidade aos procedimentos, a verdade é que o equilíbrio químico da piscina é fácil de compreender. Com o tempo as atividades se tornam automáticas e você proporciona mais segurança e comodidade para os usuários.

Para esclarecer o assunto e mostrar que não se trata de um bicho de sete cabeças, elaboramos este post. Ao longo dos próximos tópicos vamos desmembrar todas as etapas que compõem o equilíbrio químico da piscina.

Além disso, veremos os benefícios dessa prática e os riscos associados à falta de uma manutenção apropriada. Confira!

O que é equilíbrio químico da piscina?

Diferentemente da limpeza promovida por equipamentos fundamentais — caso da bomba e do filtro —, o equilíbrio químico da piscina compreende outras práticas. Muitas delas dependem exclusivamente do seu conhecimento técnico sobre o assunto.

Os técnicos responsáveis pela limpeza e manutenção do espaço vão medir e corrigir uma série de parâmetros que conferem toda a segurança necessária para os usuários desfrutarem da piscina — e não estamos falando apenas dos aspectos estéticos da água.

Isso se deve ao fato de que a ausência de uma manutenção qualificada pode proporcionar diversos quadros nocivos à saúde das pessoas, entre outros fatores que tornam o equilíbrio químico da piscina relevante, como:

  • um desequilíbrio químico na água tende a causar irritações na pele e nos olhos dos usuários;

  • o equilíbrio ajuda a evitar que bactérias e algas — além de outros microrganismos patogênicos — se proliferem na piscina. A presença deles, por si só, já é suficiente para causar infecções e doenças;

  • a vida útil dos equipamentos da piscina pode ser reduzida quando existe uma desarmonia química na água — caso dos acessórios metálicos, que podem obter um aspecto de oxidação precoce, exigindo mais custos com a manutenção e a eventual substituição de peças;

  • o equilíbrio químico da piscina evita que sua água assuma outras propriedades, como uma coloração esverdeada ou turva.

Conhecer os procedimentos corretos, portanto, contribui para evitar alguns dos cenários negativos acima citados. É com o foco na resolução de problemas, para manter o equilíbrio químico da piscina, que dedicaremos os tópicos seguintes. Começando pelo popular cloro.

Qual é a importância de controlar o cloro livre?

Um dos principais agentes que contribuem para a limpeza da piscina — aquela que o filtro não consegue reter — é o cloro. Por meio de sua aplicação, os microrganismos mencionados no último tópico são eliminados. Afinal de contas, o cloro é um agente desinfetante. No que diz respeito ao seu uso, é possível encontrá-lo:

  • granulado;

  • líquido;

  • em pastilhas.

O granulado é um dos tipos mais populares, visto que é bastante eficaz na correção do nível de alcalinidade do ambiente. No entanto, isso não é exatamente uma regra, já que o cloro pode agir de diferentes maneiras — tudo depende dos seus objetivos e das necessidades para atingir os parâmetros ideais.

O que faz o cloro ao entrar em contato com a água?

Em sua forma líquida, o cloro age por meio do composto hipoclorito de sódio, e na versão granulada, do hipoclorito de cálcio. Nas condições ideais, visando o equilíbrio químico da piscina, obtém-se o ácido hipocloroso, que é o resultado esperado para combater as bactérias.

Ou seja: o cloro atua em conjunto com outros reagentes que formam o ácido hipocloroso. Daí a importância de começar o equilíbrio a partir do uso desse produto, agressivo contra os microrganismos prejudiciais à saúde. O cloro, ao formar o ácido hipocloroso, ataca os lipídios presentes na parede celular desses seres microscópicos, oxidando-a de dentro para fora.

A etapa seguinte também demanda a atenção da sua equipe ou dos profissionais terceirizados que cuidam das piscinas: quando a área de lazer se encontra em um local descoberto, passível da ação do sol, o ácido hipocloroso evapora rapidamente — questão de minutos.

Como a possibilidade de cobrir toda a área de lazer para que o cloro renda mais é, no mínimo, remota, a solução é potencializar o efeito do produto. É aí que entra em cena o cloro estabilizado: um produto que já conta com o ácido cianúrico (ou isocianúrico) em sua composição, conferindo resistência contra a ação solar.

Só que o sol não é o único obstáculo na sua busca pelo equilíbrio químico da piscina. Outras substâncias que tendem a se acumular na água — suor e urina, por exemplo — podem interferir na eficácia do cloro: formando uma substância conhecida como cloramina.

Como são formadas as cloraminas na água da piscina?

A segurança na piscina não é apenas uma questão de adotar medidas preventivas contra acidentes. Prova disso são as substâncias acima citadas que, além de prejudicar a ação desinfetante do cloro, podem gerar problemas à saúde e dão origem às cloraminas.

Esses elementos são responsáveis por causar irritações na pele e nos olhos, e evidenciam ainda mais o aroma de cloro na piscina. Ironicamente, esse cheiro acentuado não destaca uma quantidade excessiva de cloro, mas uma quantidade ineficaz causada pelo número elevado de cloraminas presentes na água.

Como eliminar as cloraminas da piscina?

Para devolver o objetivo de gerar o equilíbrio químico da piscina, as cloraminas devem ser eliminadas. Para isso, é importante fazer uso de um produto chamado supercloração — uma medida aproximada de 14g para cada mil litros de água.

Assim, as substâncias que minimizam o efeito do cloro são lentamente destruídas, devolvendo a eficácia na manutenção da piscina.

O que é o cloro combinado na piscina?

Os níveis de cloro combinado também devem ser observados ao cuidar da piscina. Isso ocorre a partir da mistura da substância desinfetante com outras — que não as responsáveis por formar as cloraminas —, reduzindo seu efeito oxidante contra os microrganismos.

Para tanto, é importante avaliar continuamente a qualidade do cloro assim que aplicado na água. Um bom método para isso é a medição com a fita teste, presente em qualquer kit apropriado para a mensuração dos níveis de cloro.

Dessa maneira, o cloro — que é o primeiro ponto a ser observado para o equilíbrio químico da piscina — permanece sempre sob controle. Isso é de suma importância para manter a sua área de lazer convidativa e segura para os seus clientes em qualquer época do ano.

Como o nível do pH impacta no equilíbrio químico da piscina?

O pH é um parâmetro fundamental para garantir um balanceamento em todas as particularidades químicas de uma piscina — em especial porque o nível dele na água também influencia na capacidade de proliferação das cloraminas.

O equilíbrio químico da piscina é atingido por meio de uma junção de fatores, e o pH é parte elementar dessa equação. Ele não pode estar nem elevado demais nem muito abaixo do nível ideal. Isso porque:

  • com o pH baixo, o processo de corrosão dos elementos metálicos da piscina é acelerado, além de causar irritações nos banhistas;

  • com o pH alto, passa a acontecer um depósito de cálcio na superfície da água e também nos seus equipamentos — além de deixá-la densa e com aspecto opaco e esbranquiçado.

A questão, portanto, é: como manter o pH estabilizado no seu nível ideal? A seguir entenderemos mais a respeito do assunto.

Como funciona a escala do pH na água da piscina?

Para entender os níveis de pH e como eles influenciam a qualidade da água, vamos analisar os absolutos de sua escala.

O zero, na escala de pH, corresponde a níveis de acidez extrema na água. Por sua vez, o outro extremo — que é 14 — corresponde a um diagnóstico de que á aguá está muito alcalina. Caso não saiba, a água alcalina é prejudicial por ter a capacidade de neutralizar ácidos. Como essa não é a intenção, ao contar com o poder de eficácia do cloro, é importante reduzir o pH a um nível aceitável.

No meio disso tudo, o número 7 é o valor almejado por quem cuida da piscina: neutralidade para que os outros produtos químicos utilizados confiram os resultados esperados.

Especialistas identificam, inclusive, que o valor perfeito gira em torno de 6,8 e 7,4. Há, assim, uma escala decimal na qual você pode contar com oscilações naturais e ainda aceitáveis. Ocasionalmente, tais valores se expandem ou comprimem, exigindo uma resposta rápida dos seus profissionais.

Como elevar o pH da piscina?

Da mesma maneira que as oscilações na escala do pH são motivadas por fatores externos — como a presença de cloraminas —, o seu ajuste também depende de um auxílio de fora. Caso a água esteja muito ácida, recomenda-se o elevador de pH, um produto pensado especificamente para essa finalidade.

Como reduzir o pH da piscina?

Por sua vez, águas alcalinas costumam ser originadas por algum equívoco na quantidade de elevador de pH utilizada. Como consequência, é necessário ter por perto produtos que ajudem na manutenção do nível.

Para isso, existe o diminuidor de pH e alcalinidade — ou redutor de pH. Ao utilizá-lo — e por meio da fita teste verificar a estabilidade dos níveis —, você chega ao valor desejado. Assim, permanece a importância de ter uma rotina controlada de limpeza e cuidados da piscina.

Além de ser uma medida preventiva e para garantir o conforto e bem-estar dos banhistas, essa rotina confere benefícios múltiplos a você. Entre eles está a redução no custo de manutenção de piscina. Afinal de contas, quanto melhor você e sua equipe cuidarem do seu investimento, menores serão os problemas e imprevistos enfrentados.

Como lidar com a alcalinidade total da água?

O pH é fundamental, como vimos, mas a sua estabilidade é alcançada também por outro fator crucial no equilíbrio químico da piscina: a alcalinidade total, que é a capacidade de manter sob controle os ácidos na água.

Isso significa que os cuidados com um desses aspectos devem ser complementados com ações que estabilizem o outro. O ponto é que o pH balanceado não garante níveis estáveis de alcalinidade. Para isso, seus profissionais devem se atentar aos valores registrados nos testes de qualidade da água.

O valor de medição da alcalinidade total é apontado em PPM (partes por milhão), sendo que os níveis médios giram em torno de 80 e 120 ppm. Com isso, obtém-se um pH estável e o equilíbrio químico da piscina é obtido — que pode ser feito com produtos destinados a essa finalidade, exclusivamente.

Como fazer e manter um controle químico completo da piscina?

Até aqui, percebemos que o equilíbrio químico da piscina é o resultado pontual de uma série de cuidados. No entanto, isoladamente, eles pouco surtem efeito — daí a relevância em montar um planejamento seguido à risca para limpar e higienizar as áreas de lazer do seu negócio.

Para ajudá-lo nessa tarefa, reunimos um passo a passo do que deve ser feito para realizar esse serviço com qualidade e segurança. Afinal de contas, a piscina é um dos principais atrativos de clubes, hotéis e resorts. Um descuido que gere problemas aos banhistas pode ser um agravante ainda pior para a reputação do seu empreendimento.

Confira como se preparar adequadamente para manter o equilíbrio químico da piscina!

Comece a limpeza pelo filtro da piscina

O sistema de filtração é um dos principais responsáveis por fazer a água circular e ter um processo qualitativo na remoção de partículas maiores — pois, como dissemos, aquelas microscópicas ficam por conta dos produtos químicos, enquanto os resíduos maiores são removidos por esse sistema e por outras técnicas, como a aspiração e a limpeza das bordas.

Por isso, além de fazer a água circular com base nas instruções do fabricante, você deve avaliar a qualidade do filtro utilizado. De tempos em tempos ele deve ser substituído, e saber antecipadamente o momento certo permite que você trabalhe com um sistema de manutenção preventiva eficaz.

Siga para o processo de limpeza da piscina

Finalizado o ciclo de limpeza do local por meio da filtração, é hora de aspirar e cuidar das bordas — atividades fundamentais. A primeira serve para eliminar qualquer resíduo que tenha resistido ao sistema de filtração. A segunda, por sua vez, é necessária porque nenhum dos outros processos limpa a borda da piscina.

Para termos uma ideia da relevância dessa limpeza, podemos citar que a borda começa a acumular partículas que evoluem rapidamente em oleosidade e sujeira. Como consequência, algas começam a proliferar nas laterais, trazendo consigo um aspecto esverdeado à água.

Perceba, no entanto, que sua remoção pode se dar por uma escovação e com o auxílio de produtos específicos. Após a limpeza, a aspiração deve ser realizada, já que partículas se desprendem da borda e vão para o fundo da piscina.

Mantenha o equilíbrio químico da piscina

Em seguida, sua equipe deve concentrar seus esforços em medir a qualidade da água — como o pH, a quantidade de cloro a ser aplicada e a alcalinidade total. Com essas etapas concluídas, as partículas maiores, os resíduos persistentes e até mesmo as bactérias e os microrganismos inconvenientes são erradicados da água.

Para isso, verifique também o pH da água, como mencionamos no último tópico. Esse processo é determinante para evitar que os microrganismos marquem presença com facilidade. Dessa maneira você finaliza um processo extenso, mas gratificante, para que a sua piscina permaneça segura para os usuários desfrutarem dela à vontade.

Quais são os riscos de não manter os cuidados essenciais com a piscina?

Comentamos, no início deste artigo a respeito de alguns dos problemas que podem surgir quando não existe um eficaz equilíbrio químico da piscina. No entanto, vale o reforço, uma vez que a negligência na realização completa desse tipo de serviço ocasiona sérios problemas.

Por isso, não se pode esquivar dos processos: da filtração à aplicação de produtos químicos, é preciso manter a estabilidade nos níveis de alcalinidade total e de pH da água. Tudo isso tem uma parte preciosa para gerar o equilíbrio químico da piscina.

Sem falar na necessidade de conferir qualidade na água para os seus clientes. Tratando-se de uma ou mais piscinas coletivas, a atenção deve ser redobrada. Um cliente revoltado com problemas de saúde decorrentes de um banho de piscina pode ser ainda pior do que alguns minutos poupados por não fazer a limpeza adequadamente. Vamos entender o motivo disso?

A água sem os devidos cuidados se torna um ambiente convidativo para bactérias. Consequentemente, abrem-se as portas para:

  • espécies microscópicas perigosas, como fungos, bactérias e algas. Além de darem um aspecto pouco agradável à água, elas podem transmitir uma série de doenças — veremos mais a respeito adiante;

  • diversos problemas e defeitos nos acessórios, componentes e equipamentos da piscina. Inconvenientes que, além de custosos para serem remediados, deixam a piscina inativa por tempo indeterminado;

  • um efeito imediato nos banhistas é a irritação recorrente na pele e nos olhos. Embora muitos apontem isso como excesso de cloro na piscina, já vimos que isso não é bem a verdade;

  • alterar as propriedades da água deixando-a turva, opaca ou mesmo esbranquiçada — qualidades capazes de espantar os usuários prontamente.

Isso já deve garantir uma boa dose de preocupação para lidar com as questões químicas e de limpeza da piscina, concorda?

Quais doenças podem ser contraídas em um banho de piscina?

Mais do que os itens acima mencionados, a devida manutenção e limpeza da piscina deixa-a livre da presença de riscos em potencial à saúde dos banhistas. Afinal de contas, eles podem contrair condições adversas por 3 meios na piscina:

  • transmitidas a partir do contato com a água;

  • transmitidas por meio da ingestão da água;

  • transmitidas por insetos que se proliferam e rondam as águas turvas da piscina.

O resultado disso não poderia ser mais diversificado — de maneira negativa — para prejudicar a saúde dos banhistas. A lista de doenças que podem ser transmitidas é extensa. Confira:

  • cólera;

  • conjuntivite;

  • dengue e outras doenças contraídas a partir do mesmo transmissor — o mosquito Aedes Aegypti —, como o zika vírus e a chikungunya;

  • doenças venéreas;

  • disenteria;

  • esquistossomose;

  • febre amarela;

  • febre tifoide;

  • filariose;

  • gastroenterite;

  • giardíase;

  • hepatite;

  • infecções de pele;

  • leptospirose;

  • malária;

  • micose;

  • otite;

  • salmonela;

  • sarna;

  • sinusite;

  • tracoma;

  • verminoses.

Cada doença pode ser transmitida de uma maneira — e algumas delas necessitam de boa dose de descaso com a limpeza para chegar a esse ponto —, mas convém avaliar a gravidade da situação. Não dar a devida atenção ao equilíbrio químico da piscina pode fazer com que se desenvolva uma situação perigosa para todos ao redor da piscina, e não apenas para os banhistas.

Por isso, deve ter dado para perceber que a rotina de limpeza, higienização e manutenção de sua área de lazer é fundamental. Treine e capacite a sua equipe ou conte com um serviço especializado, e dê aos banhistas das suas piscinas o melhor tratamento possível em qualquer estação do ano!

Como complementar os conhecimentos sobre o equilíbrio químico na piscina?

Ao longo deste artigo, nós identificamos o que é o equilíbrio químico e quais são os principais elementos que contribuem para essa harmonia: o uso do cloro, a atenção aos níveis de alcalinidade total e a importância de manter estável o pH da água.

Além disso, destacamos o processo completo de limpeza e higienização da piscina, começando pela filtração, aspiração e limpeza das bordas, seguido pelos procedimentos responsáveis pelo equilíbrio químico da piscina.

Falamos também que o resultado desse processo dividido em etapas resulta em uma água cristalina, apropriada para banho e segura para os banhistas. Do contrário, elencamos uma série de riscos e doenças que podem ocasionar da negligência em limpá-la.

Como vimos, são doenças simples e outras mais graves — indo a extremos desse tipo de situação para elucidar o quanto um problema simples pode evoluir para algo complexo de resolver. Tratando-se de piscinas coletivas, você é responsável pela integridade, segurança e pelo bem-estar de todos que buscam refresco na sua área de lazer.

Ou seja: cuidar da piscina é uma atividade que pode ser minuciosamente planejada e seguida à risca para evitar qualquer tipo de transtorno — dos mais comuns, como a presença de metais na água da piscina, aos mais perigosos. Isso pode ser feito a partir de reuniões internas com a sua equipe ou com a contratação de empresas especializadas nesse tipo de serviço.

Independentemente da opção escolhida, conhecer profundamente todos os processos de limpeza, higienização e manutenção permite uma tomada de decisão mais inteligente. Por isso, convidamos você a complementar os conhecimentos adquiridos ao longo desta leitura baixando o nosso manual completo de tratamento de piscinas.

Com ele, a rotina de limpeza da piscina passa a ganhar um poderoso aliado para que a sua área de lazer se torne ainda mais convidativa e segura para os banhistas. Siga atentamente as dicas listadas no manual, garanta uma piscina bem cuidada independentemente da época do ano e permita que os banhistas desfrutem do espaço com segurança. Até a próxima!

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