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Seja no verão ou nas outras estações do ano, o sol e o calor são constantes na maior parte do Brasil. Assim, é natural que as piscinas de casas e condomínios sejam sempre muito frequentadas. Como consequência, o número de casos de acidentes e afogamentos é bem alto no país.

Infelizmente, os índices não são baixos, especialmente quando envolvem crianças e adolescentes. Foi pensando nisso que resolvemos elaborar este artigo explicando sobre o funcionamento de um importante aliado contra esses acidentes: o alarme contra afogamentos.

Se você nunca ouviu falar deste item, fique tranquilo, pois ao longo deste post tiraremos as dúvidas mais frequentes e mostraremos como funcionam os sensores, sirenes, além de como e quando instalá-los! Vamos lá?

Dados sobre afogamentos no Brasil

Em 2018, a SOBRASA (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático), divulgou um estudo com alguns índices, no mínimo, alarmantes. De acordo com a pesquisa, 16 é o número de brasileiros que perdem a vida por dia devido a afogamentos. Isso quer dizer que, de 90 em 90 minutos, uma pessoa no Brasil morre afogada. Por ano, no Brasil, são quase 6 mil mortes!

As crianças, adolescentes e jovens adultos são os que têm maior risco de morte, já que mais da metade das mortes acontecem com pessoas até 29 anos de idade. No entanto, quando se trata de piscinas, esse cenário muda, pois são as crianças de até 9 anos que mais morrem em piscinas residenciais ou comunitárias (cerca de 52%).

O afogamento por sucção devido a problemas nas bombas das piscinas também é preocupante, ocorrendo principalmente com crianças que sabem nadar entre 4 e 12 anos. O gênero masculino é o mais afetado, já que eles têm quase 7 vezes a mais de chances de falecerem por afogamento.

A frase de ordem que serve de base para todos os trabalhos da SOBRASA é a de que afogamento não é acidente. Afinal, existem inúmeras formas de prevenção. É sobre isso que iremos falar nos próximos tópicos.

Como funciona o alarme contra afogamentos

O objetivo deste dispositivo é assegurar que crianças, animais e pessoas que caiam acidentalmente na piscina sejam socorridas a tempo. O alarme funciona por meio da emissão de sinais sonoros quando é detectado a movimentação de água devido à queda.

Em geral, são emitidas duas sirenes: uma dentro da piscina e a outra em uma parte externa escolhida pelo morador — em geral, num local que tenha circulação de pessoas.

Funciona assim: o alarme necessita de energia para funcionar, por isso três baterias são utilizadas. Normalmente, duas delas fornecem energia para os sensores que estão dentro da piscina e a outra para a sirena do local externo.

Esses sensores, no entanto, podem variar de acordo com o tamanho na piscina. Se ela for muito grande, serão necessários mais sensores e, consequentemente, mais bateria.

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Eles são os responsáveis por detectar ondas e calcular o volume de água, que pode ser escolhido pelo morador. Isso quer dizer que se houver crianças ou animais pequenos, com 4 a 10 quilos, por exemplo, é possível configurar o dispositivo para que ele só dispare quando o cálculo do peso atingir esses quilogramas. É também possível desativá-lo a qualquer momento por meio de uma chave de liga e desliga.

Os sinais sonoros, por sua vez, são disparados quando recebem as informações dos sensores de que algo com o peso configurado cai dentro da piscina. O alarme considera, também, a densidade da água ao emitir ondas.

Outros equipamentos essenciais de prevenção contra afogamentos em piscinas

Hoje em dia, existem diversos equipamentos de segurança para piscinas disponíveis no mercado que foram criados para as mais diversas finalidades. É possível encontrar apetrechos que dificultam o acesso à piscina por crianças. E, também, aqueles que asseguram a proteção de todos os banhistas enquanto nadam e se refrescam nas águas da piscina.

O erro de muitos é acreditar que esses equipamentos só devem ser utilizados em espaços com grande fluxo de pessoas, ou seja, em piscinas de clubes, condomínios, etc. No entanto, o uso residencial é de extrema importância, porque afogamentos podem acontecer até mesmo nas piscinas rasas e pequenas.

Os equipamentos mais utilizados são a cerca e capa de proteção.

As capas de piscina, para serem eficientes, precisam ser compostas por matérias-primas extremamente duráveis e resistentes. Além de evitar que insetos, folhas e outras sujeiras caiam na água, a maioria delas são feitas para suportarem o peso de uma pessoa adulta.

Assim, os riscos de afogamentos com crianças são consideravelmente reduzidos. Afinal, muitos deles ocorrem quando os pequenos saem da visão dos pais e caem em piscinas descobertas e desprotegidas.

No entanto, é essencial salientar que, apesar de serem resistentes, não é indicado pisar ou andar deliberadamente sobre elas, já que com o tempo isso pode fazer com que as cordas laterais se desgastem e arrebentem devido ao peso. Se utilizadas de maneira correta e seguindo a recomendação do fabricante, essas capas podem ter uma vida útil de até 4 anos.

Já as cercas de proteção, como o próprio nome já diz, consiste em um item que circunda a piscina impedindo que crianças ou outras pessoas cheguem perto das bordas. Em geral, são feitas de poliéster e PCV, o que garante resistência solar e de água da chuva. A altura mínima recomendada pelo Inmetro é de um metro, devendo ter um sistema de travas que mantém a cerca sempre fechada.

Como visto, tragédias ocorridas devido a afogamentos são cada vez mais comuns. Especialmente em prédios e condomínios que disponibilizam áreas de piscina para os moradores. Além disso, tem ficado cada vez mais acessível a construção em uma residência particular. Por isso, todo o cuidado é pouco, principalmente para quem tem filhos pequenos, pessoas com dificuldade de mobilidade ou animais de estimação.

O alarme contra afogamentos veio para trazer mais segurança e ser um item a mais nos equipamentos de prevenção. Assim, você e sua família podem desfrutar tranquilos e tomar um bom banho de piscina sabendo que todas as precauções foram tomadas.

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