VISITE NOSSA LOJA VIRTUAL Loja Virtual de Piscina Loja Virtual de Piscina

Seria bom se a água da piscina permanecesse sempre limpa e cristalina. Porém, isso não acontece, e ela precisa de cuidados constantes para se manter adequada para mergulhos. Algumas vezes, a situação está tão crítica que fica a dúvida se o melhor é fazer o tratamento da piscina ou a troca integral da água.

É importante saber que essas duas medidas são indicadas para situações diferentes, portanto, antes de adotar uma ou outra, deve-se analisar o problema para a decisão correta.

Como isso também envolve custos e mão de obra, preparamos o artigo de hoje para esclarecer em quais situações é possível recuperar a água da piscina e quando a troca integral é inevitável. Continue lendo para saber mais.

Quais problemas a água da piscina em desequilíbrio pode causar?

A piscina é uma atração para as pessoas e opção de lazer. Mas, além disso, ela também contribui para a decoração e o visual do espaço. Por isso, precisa estar sempre cristalina e bem cuidada, para que os banhistas possam desfrutá-la e também tenham um belo visual.

A água precisa estar equilibrada dentro de parâmetros satisfatórios para garantir a saúde de quem usufrui dela. Afinal, o desequilíbrio pode causar diversos problemas para as pessoas, como irritações nos olhos, na pele e contaminação por micro-organismos.

Além disso, a água muito suja pode ocasionar problemas técnicos, como o entupimento do filtro ou dos encanamentos. Isso vai reduzir a capacidade de filtração, forçar a casa de máquinas e agravar ainda mais o problema da sujeira, levando a outros comprometimentos na qualidade da água.

A melhor forma de garantir uma piscina limpa e saudável, com parâmetros equilibrados e sempre pronta para mergulhos, é fazendo a manutenção de rotina. É dessa maneira que se mantêm estabilizados os níveis de cloro, a alcalinidade e o pH da água.

Eliminando-se constantemente os resíduos em suspensão, fazendo a filtragem diária e também controlando o crescimento de algas e a turbidez (quando fica turva), a água fica livre de micro-organismos causadores de doenças e desequilíbrios maiores.

Mas pode acontecer de a piscina acabar ficando muito suja, seja por descuido na manutenção, ou em razão de fatores externos que causaram a contaminação e o acúmulo de sujeira. Nesses casos, é essencial fazer o tratamento de choque ou então a troca integral da água. Mas você sabe quando optar entre um ou outro? É o que vamos explicar a seguir.

Quando fazer o tratamento da piscina?

O tratamento da piscina deve ser constante para que a água se mantenha com boa qualidade. Mas quando ela suja demais, algumas pessoas chegam a pensar em fazer a troca integral, já que em alguns casos parece que não há mais recuperação.

Porém, existem diversos tipos de produtos químicos para tratamento da piscina, indicados para várias situações. E mesmo que a água esteja muito suja, malcheirosa, verde, lodosa e até com algum animal morto, é possível recuperá-la.

Os produtos existem para evitar ao máximo a necessidade de troca integral, já que isso, além de causar um consumo exagerado de água, também pode trazer danos para o tanque ou o revestimento da piscina.

O tratamento, portanto, é indicado para todos os casos, desde uma simples turbidez da água até problemas graves, como os já citados: presença de animal morto ou água lodosa e malcheirosa.

Fazendo a manutenção constante, os gastos com a piscina serão pequenos, porque apenas será mantida a qualidade da água. Porém, se negligenciarmos os cuidados de rotina, ela precisará de intervenções mais agressivas, como o tratamento de choque (supercloração).

Algumas vezes, é até mesmo mais indicado solicitar a limpeza profissional feita por empresa especializada, para que ela possa reverter o quadro crítico e reequilibrar a água. A partir daí, basta manter uma rotina de cuidados para evitar que o problema aconteça outra vez.

Quando fazer a troca integral da água?

Como dissemos no item anterior, a troca integral da água deve ser evitada ao máximo. Afinal, como os produtos químicos conseguem “dar conta do recado”, não é preciso adotar essas medidas extremas.

A troca integral somente é indicada caso seja necessário fazer alguma manutenção física, no tanque ou revestimento, como para vazamentos. Porque então nem sempre é possível realizar esse reparo com a piscina cheia. E, ainda assim, é fundamental que ela permaneça o menor tempo possível vazia, para evitar mais danos à estrutura.

Também é preciso considerar que a troca integral pode trazer um impacto financeiro alto, em especial se o volume da piscina for grande. Além de ter que pagar pelos litros a mais que serão contabilizados no consumo, em algumas cidades a concessionária pode aplicar multas pelo excedente.

Quando há uma variação muito grande no consumo de um determinado mês para a média dos demais, a empresa notifica essa variação e também cobra um valor pelo consumo excessivo.

Ter essas dois gastos extras não é nada interessante, e fica mais caro do que recuperar a água que está em desequilíbrio, seja assumindo essa tarefa ou delegando-a para uma terceirizada. Os produtos utilizados para isso não terão um valor exorbitante, mesmo no caso de um tratamento de choque.

Como evitar que essas medidas sejam adotadas?

Tanto o tratamento da piscina como a troca integral podem gerar custos mais altos do que a manutenção de rotina. Por isso, a melhor forma de ter uma água sempre limpa com baixo custo é investindo em um projeto bem elaborado e adotando um cronograma de cuidados.

Economias na elaboração do projeto da piscina e sua execução podem ocasionar falhas na instalação e estruturais. Com o tempo, essas falhas vão causar comprometimentos, o que vai exigir reparos, e com isso, gastos. Ou seja, é fundamental contar com equipes especializadas e bem preparadas.

No caso da manutenção de rotina, os cuidados devem seguir um cronograma para que se garanta uma água equilibrada. Para isso, é preciso:

  • retirar diariamente os resíduos em suspensão;
  • conferir os parâmetros do pH, de alcalinidade e cloro e corrigi-los se preciso;
  • limpar o skimmer e o filtro;
  • fazer a filtragem da água diariamente;
  • limpar as bordas;
  • escovar as paredes e o fundo;
  • controlar o crescimento de algas;
  • utilizar o clarificante ou decantador;
  • aspirar o fundo da piscina.

Além de tudo isso, é importante que o entorno da piscina esteja sempre limpo para evitar a sujeira na água. Regras de utilização também ajudam a manter os parâmetros em equilíbrio, minimizando, por exemplo, a oleosidade e a presença de matéria orgânica. Para isso, é essencial uma ducha e a regra de passar por ela antes do mergulho.

Esses cuidados vão diminuir a necessidade de intervenções mais severas, pois a água se manterá limpa, e, quando suja, estará ligeiramente desequilibrada e facilmente será corrigida. Tratar a água é sempre mais indicado do que fazer a troca integral, medida adotada apenas em situações especiais.

Se você tiver dúvida sobre como fazer o tratamento da piscina se ela estiver suja demais, pode contratar uma empresa terceirizada para que profissionais façam a recuperação da água. Uma vez reequilibrada, a manutenção de rotina será suficiente para prevenir a sujeira excessiva.

Essas informações ajudaram você a entender um pouco mais sobre o tratamento de piscina? Então curta nossa página no Facebook e confira mais temas úteis como este!

POSTS RELACIONADOS


Share This