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Como é bom se jogar em uma piscina naqueles dias de calor, não é mesmo? Quando a água está limpinha, então, é melhor ainda! Justamente para realizar a higienização correta das piscinas e manter os devidos cuidados, existem os processos mecânicos, a troca da água e os tratamentos químicos. Todos são procedimentos complementares.

Os processos químicos são os responsáveis por tratar as moléculas de água, eliminando micro-organismos e demais sujeiras. Desses, os que apresentam melhores resultados são: limpeza com cloro, salinização e uso de ozônio.

Mas escolher qual deles é mais adequado para a sua piscina pode ser uma missão um pouco complicada. Por isso, vamos te explicar cada uma dessas técnicas, para que você as compare e encontre a melhor solução. Vamos lá?

O que deve ser levado em conta na hora de escolher cloro, salinização ou ozônio?

De fato, para fazer uma boa escolha, você precisa considerar alguns critérios. O mais importante de todos é que você tenha suas necessidades atendidas com uma boa relação de custo-benefício.

Além disso, é preciso ficar atento ao tamanho da piscina, aos equipamentos de tratamento que você já possui, aos produtos químicos que são utilizados, ao custo e à manutenção. Dependendo do processo, o responsável pela limpeza deverá passar para um treinamento.

Por fim, também é importante conhecer os prós e os contras de cada tratamento, antes de fazer a sua escolha.

O cloro é o vilão da história?

Mais comum e conhecido agente de tratamento da água da piscina, o cloro é, na maioria das vezes, usado em piscinas residenciais. E é também um velho conhecido dos trabalhadores de manutenção de piscinas.

Seu funcionamento

O cloro industrializado é aplicado na água da piscina, e precisa de um tempo (em torno de uma hora) para agir e ser distribuído uniformemente por toda a água. Aqui, é fundamental respeitar suas proporções, a fim de se evitar problemas. O recomendado é o mínimo de 2 ppm, e máximo de 4 ppm.

Suas vantagens

  • alta eficácia no combate e na eliminação de germes, bactérias e micro-organismos, em geral;
  • baixo custo;
  • sua aplicação é bem conhecida dos profissionais da área;
  • compatibilidade com a maioria dos equipamentos e bombas encontrados no mercado.

Suas desvantagens

  • risco de alergias e ressecamento de pele, cabelo e irritação nos olhos, quando o tratamento não é feito corretamente;
  • risco de complicações respiratórias (quando usado em excesso);
  • é um tratamento de baixa duração, precisando ser realizado várias vezes ao ano para que a água esteja sempre própria para uso.

A salinização vale a pena?

Em um primeiro momento, você pode pensar que a ideia é tornar a água da piscina semelhante à do mar. Mas fique tranquilo, pois passa longe disso. Na verdade, o objetivo principal da salinização é a produção do cloro natural, que é tão eficaz quanto o industrializado.

Seu funcionamento

A salinização consiste na aplicação de doses de cloreto de sódio (o famoso sal de cozinha), a fim de produzir o cloro natural. E isso é possível graças ao processo chamado de eletrólise, que quebra as partículas de sal e libera o cloro natural na água.

Assim, para que o tratamento seja realizado, é preciso instalar no sistema da piscina um equipamento eletrolítico específica, que faz essas eletrólises.

Suas vantagens

  • compatível com qualquer tipo de piscina (fibra, vinil e azulejo);
  • pode ser utilizado em qualquer tipo de água (rede pública ou poço);
  • compatível com qualquer produto químico utilizado no tratamento de piscina;
  • elimina todos os tipos de micro-organismos e a cloramina;
  • pode ser instalado em piscina com água quente ou fria;
  • não tem forte concentração de sal: aqui, a proporção para cada litro de água é 10 vezes menor que a do mar;
  • reduz drasticamente o risco de alergias, ressecamento e demais problemas;
  • não interrompe o uso da piscina para a limpeza;

Suas desvantagens

  • tem um valor alto para compra do equipamento gerador de cloro;
  • necessita de manutenção;
  • só funciona com energia elétrica;
  • altera o pH, com tendência a aumentar;
  • não faz super-cloração;
  • piscina com muito uso tem que complementar com cloro industrializado;
  • o cloro evapora na presença do sol;
  • o sal é altamente corrosivo e pode danificar os equipamentos;
  • um erro na dosagem do sal deixa a água salgada e não tem como se retirá-lo;
  • é uma técnica que ainda não caiu no uso popular, por isso, você pode ter dificuldade para encontrar um profissional que domine o trabalho.

O ozônio deixa a água limpa, leve e agradável?

Assim como o cloro, o ozônio tem um grande poder antibactericida e de combate às impurezas da água. Geralmente, seu uso é mais frequente em clubes, hotéis, academias e piscinas de condomínios grandes.

Seu funcionamento

Para que você possa usar o ozônio na purificação da água da sua piscina, é necessário instalar um equipamento que vai converter as moléculas de oxigênio em moléculas de ozônio. Conhecido como ozonizador, esse equipamento é instalado nas tubulações da piscina, e lá mesmo faz a conversão.

Suas vantagens

  • compatível com qualquer tipo de piscina (fibra, vinil e azulejo);
  • não altera a alcalinidade e o pH da água;
  • pode ser utilizado em qualquer tipo de água (rede pública ou poço);
  • compatível com qualquer produto químico utilizado no tratamento de piscina;
  • elimina todos os tipos de micro-organismos e a cloramina;
  • pode ser instalado em piscina com água quente ou fria;
  • reduz muito a possibilidade de irritação da pele e dos olhos;
  • deixa a água com aspecto mais limpo e bonito;

Suas desvantagens

        • o procedimento só é possível com a instalação dos equipamentos necessários gerando um alto custo para o consumidor;
        • o equipamento necessita de manutenção periódica;
        • só funciona com energia elétrica;
        • o gás é tóxico e não pode vazar na piscina e nem na casa de máquinas;
        • oxida o cloro;
        • não age nos contaminantes e na cloramina que está na água da piscina, apenas quando a água passa pelo equipamento na casa de máquinas;
        • pode manchar a fibra, vinil ou azulejo devido ao excesso de gás nos bocais de retorno da piscina;
        • só funciona com o filtro ligado, se o filtro estiver desligado não há descontaminação;
        • ainda que em quantidades muito baixas, ainda há necessidade do uso de cloro industrial (0,5 ppm);
        • tal qual a salinização, ainda não é um tratamento muito popular e, por isso, há um número reduzido de profissionais que conhecem bem e têm prática no uso do ozônio.

      Enfim, agora que você conhece bem os tratamentos com cloro, salinização e ozônio, fica mais fácil manter sua piscina sempre limpa e agradável, sem riscos à saúde e seu ao bem-estar, certo?

      Seja qual for a sua escolha, o mais importante é garantir a qualidade da água e garantir ainda mais conforto, tranquilidade e diversão para você e sua família. E, é claro, receber bem os amigos para curtir um bom fim de semana na piscina!

      Então, gostou do post? Agora, para entender ainda mais sobre os tratamentos e a higienização da água da piscina, aproveite para baixar o nosso manual completo de tratamento para piscinas! É gratuito!

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