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Manter a água da piscina limpa é essencial. Não se trata apenas da questão visual, mas a saúde dos usuários, que é o mais importante. Uma água suja e contaminada favorece a proliferação de bactérias, vírus e fungos, trazendo problemas de saúde. Você sabe como tratar a água da piscina?

Evitar esses problemas é muito mais fácil do que resolvê-los. Para isso, existem diversos tipos de tratamento para a piscina que previnem situações como aparecimento de algas, o esverdeamento da água e o surgimento de micro-organismos.

Vamos conhecê-los? Continue a leitura para saber mais sobre cada um deles! Veremos quais são os principais tipos de tratamento de piscina.

Dicas sobre como tratar a água da piscina

Quem é responsável pela limpeza da piscina, seja ela particular ou pública, sabe como o processo pode ser trabalhoso! Não basta apenas filtrar a sujeira visível com peneira ou adicionar cloro. Uma série de procedimentos são necessários para que a piscina se mantenha limpa o ano todo.

Cada produto tem um objetivo específico. Enquanto um é responsável por eliminar bactérias, outro restaura o equilíbrio da água. Como sabemos, existem parâmetros que devem ser avaliados de maneira assídua para tornar uma piscina própria para o uso (alcalinidade, pH, dureza cálcica).

Como a água sofre regularmente com a ação externa (contato com a pele dos banhistas, água da chuva, poeira, insetos etc.), apenas uma etapa de limpeza não é suficiente para garantir a higienização completa. Muitos são os possíveis problemas em uma piscina: água turva, coloração esverdeada, cheiro forte, irritação aos olhos, manchas na superfície, corrosão aos equipamentos, entre outros. Você sabe como lidar com cada um?

Por isso, é importante conhecer os diferentes tipos de tratamento para piscina, além de quais produtos e equipamentos são utilizados em cada caso. Assim, você fica mais preparado para as adversidades. Sendo assim, falaremos agora sobre os 5 principais tipos.

1. Cloro

tratamento com cloro é o tipo mais comum em nosso país. O produto químico tem diversas funções, pois limpa e desinfeta a água, eliminando bactérias, germes e outros micro-organismos nocivos à saúde. O cloro está disponível no mercado em três formas: pó granulado, pastilha e tablete. Por ser complementar a praticamente todos os outros tipos de tratamento, ele nunca deve ser descartado.

É eficaz na eliminação de germes, de baixo custo e compatível com a maior parte dos equipamentos para piscina. Entretanto, existem alguns contras: risco de ressecamento da pele (quando o tratamento é feito erroneamente) e curta duração (sendo necessário repetir o processo com certa frequência).

Você verá que a maioria dos tratamentos para piscina utiliza cloro como parte do processo. Ou seja, ainda que o componente principal da limpeza seja outro produto, a aplicação de cloro será necessária.

2. Ozônio

É um gás natural com poder bactericida, algicida, fungicida e virucida. Deve ser completado com cloro para ter máxima eficácia. É ainda compatível com qualquer tipo de piscina (fibra, vinil e azulejo) e de água (rede pública ou poço).

O ozônio não altera a alcalinidade ou pH da água, podendo ser associado a outros produtos químicos. Porém, pode oxidar o cloro e manchar o revestimento da piscina. Além disso, como precisa de um equipamento complexo — o ozonizador — e eletricidade para funcionar, esse tipo de tratamento tem um custo um pouco mais elevado que os demais. O ozonizador é instalado na rede de circulação da água, transformando oxigênio (O2) em Ozônio (O3) e transferindo o gás até a piscina.

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Para realizar o processo acima, é necessário ter uma casa de máquinas grande. É preciso muito cuidado para não ocorrerem vazamentos, uma vez que o gás ozônio é tóxico (capaz de atacar proteínas e prejudicar o crescimento de vegetais).

3. Sal

Sim, estamos falando do sal que você conhece: o sal de cozinha, que é formado por um átomo de Sódio (Na) e um átomo de Cloro (CI). Quando inserido na piscina, o sal libera íons de cloro por meio de um equipamento de célula eletrolítica.

A principal desvantagem é o alto custo, pois precisa de manutenção constante, só funciona com energia elétrica e a sua tendência é aumentar o pH da piscina. Além disso, só gera cloro quando o filtro está ligado. No caso de uso intenso da piscina, é preciso complementar o tratamento com cloro.

É melhor ficar atento para não colocar sal em excesso, já que a água pode ficar salgada e, assim, não tem como retirá-lo. Por ser corrosivo, o produto pode danificar equipamentos.

4. Íon de cobre e prata

Esse tipo de tratamento usa uma tecnologia desenvolvida pela NASA. A ionização funciona a partir de um equipamento automático que emite a quantidade necessária de íons de cobre e prata na água para acabar com as algas e micro-organismos. O cobre tem função algicida, enquanto a prata elimina fungos, bactérias e vírus.

Os íons de cobre e prata não são oxidantes. Por isso, é necessário complementar o tratamento com cloro. Muitos tratadores relatam que, sem adição frequente de cloro, não é possível prevenir o aparecimento de algas. Portanto, dificilmente você conseguirá eliminar todas as bactéricas da água utilizando apenas o ionizador.

O tratamento ionizador é considerado mais lento que o tratamento tradicional que usa apenas cloro, porém tem a vantagem de ser mais seguro. Não deixa cheiro forte, além de ser ecologicamente correto.

5. Ultravioleta

O tratamento com raios ultravioleta funciona por meio de um aparelho de descontaminação da água, que é inserido na tubulação. Ele emite um raio de luz ultravioleta que atravessa a célula do micro-organismo, penetrando a membrana celular externa, e rompendo o material genético. Assim, previne a sua reprodução.

A tecnologia de tratamento com base em raios ultravioleta é um processo de esterilização, mas não elimina 100% a necessidade de produtos químicos. É simples, seguro, sem risco de superdosagem e bastante eficiente. Muito utilizado em limpeza de água industrial e em piscinas públicas. Cabe ressaltar também o baixo custo de instalação.

Cabe lembrar que, seja qual for o tratamento escolhido, é importante dar atenção a todo o circuito hidráulico: desde o filtro e a bomba até os drenos, coadeiras e skimmers. Outras medidas fundamentais são a limpeza da superfície com peneiras, a escovação das paredes da piscina e a aspiração do fundo. Tudo isso ajuda na eliminação da sujeira, que favorece a formação de algas e bactérias.

Esses foram os 5 principais tipos de tratamento para piscina. Ainda existem outras opções, como o tratamento de choque, o tratamento clarificador e o tratamento contra metais pesados. Para tornar uma piscina cristalina e saudável, combatendo o máximo de problemas possível, você deve primeiro identificá-los. Depois, combinar tratamentos físicos e químicos. Respeite também as instruções do rótulo dos produtos e utilize as proporções adequadas.

A fim de obter os melhores resultados em qualquer tratamento para a piscina, é importante contratar uma empresa especializada, principalmente se você administra um espaço com piscina coletiva. Essa é mais suscetível à proliferação de micro-organismos causadores de doenças, devido à circulação intensa de banhistas. Com o guia acima, você já sabe como tratar a água da piscina é importante.

Agora que você sabe mais sobre tratamentos para piscina, pode entrar em contato conosco e conferir os nossos serviços. Basta acessar a nossa página! Até breve!

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